Tudo a correr para o cinema ver o «Cinco Minutos de Paz».
E mais não digo. Este «espinho» vai de férias por tempo indeterminado.
Tudo a correr para o cinema ver o «Cinco Minutos de Paz».
E mais não digo. Este «espinho» vai de férias por tempo indeterminado.
Quem é um tal de «Alberto», «Roberto»… bem, qualquer coisa acabado em «berto», correspondente da CNN?
O Inglês da criatura é ainda pior do que o dos engenheiros da defunta Independente!
JS, estás perdoado.
“Entre Sócrates e Manuela Ferreira Leite, a quem entregaríamos as poupanças? A quem entregaríamos a educação dos filhos?”
António Capunho, em entrevista ao «I». Aqui
Se a pessoa que amas treme quando a abraças,
se sentes os seus lábios ardentes como brasas,
se a sua respiração se agita,
se vês nos seus olhos um brilho febril
afasta-te rapidamente
foge
só pode ter a gripe N1H1.
(Anónimo)
Via A Ovelha Perdida
Mais cuidado com a imagem, muita cor, menos “gafes” de edição e, claro, mais polémica. Está bem melhor do que a primeira edição, sim senhor.

Alguém me consegue explicar porque raio é que, 20 minutos volvidos das 20h, e ainda TODOS os canais de informação portugueses (RTP, SIC, TVI, RTP-N e SIC Notícias – TVI24 não tenho) estão a falar da mesma coisa?
Quem não liga puto à bola, ao CR e Cia. não tem direito a (mais) informação? E, já agora, a RTP-N e SIC Notícias não podiam dar outra informação que não a recepção ao Cristiano Ronaldo no RM? É que quem paga para ter mais canais do que os generalistas paga para ter mais do que o que é dado nesses mesmos… generalistas! A solução foi desligar a TV e chorar-me neste estaminé!
Quanto ao título, pode não ter nada a ver. Ainda assim pareceu-me apropriado. Quem quiser tire as suas elações.
Rai’s parta a tv portuguesa…

Projecto de jornalistas, com o ex-director do «Crime», José Leite, à cabeça, o «Privado» define-se, sem vergonha e falsos moralismos, pelo escândalo. Contra a corrente de despedimentos sucessivos de jornalistas (marcados pelos casos ainda recentes d’ O Primeiro de Janeiro e dos jornais da Controlinveste, entre outros), o Semanário Privado arrisca, lançando-se ao mercado, como se lê no editorial de José Leite, “totalmente independente dos poderes económicos e políticos”, desobrigando os seus jornalistas de limitar o seu trabalho em função destes.
Neste primeiro número destacam-se o magnata Américo Amorim e o passado que “ensombra o homem mais rico de Portugal”, mais “revelações bombásticas sobre o caso Maddie” ou ainda Manuela Ferreira Leite e o Club Bilderberg. Mas também há desporto, sociedade e cultura. Com escândalo, claro.
Nem sempre é fácil associar o “escândalo” a um trabalho sério e isento. Conheci ontem, na apresentação pública do semanário, alguns dos mentores do projecto – José Leite e António Pinho, para além do polémico Marinho Neves, com quem já comecei a trabalhar há uma semana – e convenci-me de que, neste caso, escândalo, seriedade e verdade andarão de mãos dadas. Assim espero. A ver vamos!
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