Arquivo de Janeiro 1st, 2009

01
Jan
09

Quem já sofreu na pele a violência do Hamas, atire a primeira pedra

Antes de atirar a pedra a Israel, pela tão proclamada “agressão” a Gaza dos últimos dias, sugiro a leitura deste artigo de Maria João Magalhães, do Público de 30-12-08. Ficam dois pequenos excertos:

“No Sul de Israel, os habitantes queixam-se de não ter vida por causa dos rockets do Hamas. Sderot, a cidade mais afectada, perdeu metade da população nos últimos 8 anos, a economia está estagnada, as crianças têm medo. Agora, os rockets do Hamas começam a chegar mais longe e a cidades maiores, como Ashdod e Ashkelon, onde já fizeram vítimas mortais.” 

“Claro que temos medo”, diz Yossi Tal. “Temos crianças, velhos… Todos podem estar ao alcance de um rocket. Uma mulher que morreu ontem ouviu o alarme do rocket soar. Estava dentro do carro, não sabia o que fazer, foi tentar abrigar-se na paragem do autocarro. E o rocket caiu precisamente aí”, relata. “E ontem morreu um árabe israelita vítima de um rocket. É tão irónico matarem árabes. E nem pediram desculpa – nós é que tratámos dos árabes que ficaram feridos – claro, são cidadãos de Israel”. 

Não resisto a colocar o dedo noutra ferida e a deixar a provocação: quem é o principal culpado pelas vítimas civis palestinianas das bombas israelitas? Israel, que as lança, ou o Hamas, que se serve de escudos humanos ao instalar-se em zonas habitadas por civis?

 

Foto “roubada” daqui

01
Jan
09

Em 2009

Em 2009 vão acabar as duplas e triplas reformas;
Em 2009 vão acabar as pensões milionárias;
Em 2009 os salários serão mais justos;
Em 2009 as pensões de quem nada tem serão mais altas;
Em 2009 o Estado saberá gerir os seus recursos e aliviará o povo;
Em 2009 as empresas pagarão menos impostos e investirão mais;
Em 2009 um “patrão” também terá direito ao subsídio de desemprego;
Em 2009 a «crise» não será mais desculpa para a ingerência do nosso país;
Em 2009 passarão a ser as empresas do «mercado real» os filhos do Estado e não as do sector financeiro;
Em 2009 haverá um só sistema de saúde, mais justo, para todos os portugueses, funcionários públicos ou privados, e não será necessário montar acampamento à porta do centro de saúde para ser atendido pelo “Sr. doutor”.

Há, claro, e o Homem terá chegado a Marte…