Arquivo de Dezembro, 2008
ainda os sms
Este Natal desejo que…
O “Pai Natal” envie muitos sms a todos os meus amigos, que eu não envio nem um! Estou muito ocupado com… com… com…
Boas festas a todos!
Os Testemunhas que me perdoem
Mas hoje doei sangue
E os protestantes também
Foi no centro paroquial da Sé de Vila Real

Memórias

Não guardo muitas memórias da primeira infância. Há uma que persiste e que regressa nestas horas em que o cansaço há muito se instalou e o sono tarda. Lembro-me, como de um sonho, de me esconder, talvez já na altura de mim, numas débeis caixas de madeira, vindas não sei de onde e que o meu pai amontoava a um canto da quinta, para depois fazer lenha para a lareira. O vento, a chuva, o frio, tudo ficava do lado de fora. O ritmo da água nas paredes embalava-me e ali, apesar da fragilidade aparente, sentia-me aconchegado, tranquilo. No mais inseguro dos locais, só, conquistei o meu tesouro de solidão. Não Te conhecia ainda, mas já estavas comigo.
Cruzam-se olhares e vivências. Misturam-se idiomas, cores e cheiros. Um espaço de e para a arte, de estímulo dos sentidos e das emoções. É assim a Espontânea, que desde o Verão de 2006 oferece a Vila Real uma alternativa cultural aos lugares comuns do quotidiano.

Na Espontânea nada é deixado ao acaso. Desde a meia-luz, que nos chega de candeeiros que são também pequenas peças de arte e de velas cuidadosamente espalhadas pela casa, à música, tudo é pensado com o fim de proporcionar um ambiente acolhedor, diferente, quase familiar. Divagando pelos espaços, quase tudo é possível ver e fazer. Quem procura um atmosfera mais animada, tem à disposição um bar, onde o objectivo não é o lucro, mas sim a elevação da alma dos associados, ou uma mesa de matraquilhos, num espaço de acesso ao bar, que permite saudáveis competições entre amigos e desconhecidos. Para aqueles que preferem uma ambiência mais serena, existe a “sala dos meninos” onde o som de uma música suave convida à conversa sem necessidade de elevar a voz, ao desafio de jogos de tabuleiro ou mesmo ler, enquanto se saboreia um bom vinho ou chá. O ambiente único proporcionado pela aura singular e quase mística do Palacete de São Pedro, casa carregada de história e histórias, habitada em tempos pela “Ferreirinha”, quebra barreiras e leva a que, quase forçosa e inconscientemente, se crie uma cumplicidade indelével entre aqueles que frequentam a colectividade.
que chatice, pá!
Pois é… o disco externo que continha todas as entrevistas, todas as fotos, todos os textos, em suma, todo trabalho desde que comecei a trabalhar, pifou! Já para não falar nos filmes, música, fotos e por aí fora… Estou genuinamente triste!
O 1 de Dezembro;
A “nossa” Olivença;
A neve;
O frio;
A (muita) neve que me obrigou no Domingo a uma viagem de 7 (SETE!!) horas entre Santa Maria da Feira e Vila Real.
Bem, pelo menos alterei o cabeçalho do blogue. Está giro, não está?












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