Algures em 2001 na Informédia, com o João, o Fábio e a Raquel, entre outros (foto do Fábio & Raquel)
Era um tempo em que tudo parecia enorme, ainda assim ínfimo. Um tempo em que até os maiores desafios se vislumbravam conquistados. Em que tudo era genuíno, as ideias fortes, os objectivos claros. Em que pouco vivêramos, e tudo era sentido intensamente. Passados 7 anos desde os meus 16 (e os 23 da Raquel, os 20 do Fábio, os 13 do João…), esta fotografia parece pertencer a outra era, outra vida. Muito mudou, mudei e vivi, mudámos e vivemos. É difícil agarrar esses pedaços de tempo e reconstruir as vivências na memória, mas elas permanecem vivas nesse estado latente, e basta uma imagem perdida para que possam respirar de novo. É com um sorriso, feliz e melancólico, que revejo estas imagens, e é com felicidade que olho para trás e reconstruo os passos que dei desde então. Olho para esta imagem congelada no tempo e compreendo que a alma que capturou não pertence ao passado. É presente e, acredito, futuro.











Tão novinho que ele era…
Já não pedia o BI para ver a idade…lol
Beijinhos
Gosto especialmente da ideia com que terminas o teu texto. Eu também acredito que a alma capturada pela foto não pertence ao passado, mas sim ao presente e ao futuro…
OMG, Johnny’s cara de puto… xD