Mente-te sorrindo, julga que não lhe conheces a alma. Mas tu vês além dos seus olhos maldosos, dos sorrisos iníquos. Eleva-se de cara deslavada, a alma um amontoado de vermes de espírito. E tu tudo vês, tudo sentes, tudo compreendes, com a voz calada e a alma tranquila. Da tua indignação soltas um quase imperceptível sorriso, sabendo que o tabuleiro desse jogo te pertence e que, quem contigo joga não é mais do que, afinal, teu peão.










Olá,
Grandes Verdades!!
Abraço