Procuro indicações para o que eu sou, questiono-me sobre de onde vim, para onde vou…
Descobri-me na minha própria língua…
O Indicativo do presente simplesmente me responde que “sou”! O Pretérito que é imperfeito, grita que eu “era”. Mas o sentimento de incompletude persegue-me e para que nunca me esqueça da minha condição humana “sou” agora, o que “era” enfim, o que já “fui”, um pretérito que tem a mania que é perfeito! Mas isto não me chega, procuro o mais-que-perfeito e “fora” eu feliz e não sabia? No futuro “serei” novamente!
No condicional eu “seria” feliz, se… A consciência diz-me para seguir o imperativo, tal como se fosse o último dia da minha vida (carpe diem): “sê”. O gerúndio puxa-me pelo braço e diz-me não sejas imediatista, vai “sendo”! P
Prefiro o infinitivo, que de uma forma pessoal ou impessoal obriga-me a “ser”.










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