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	<title>Comentários em: Jornalismo, &#8220;verdade&#8221; e política</title>
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	<description>algumas confissões, prosa sem sentido e má língua</description>
	<lastBuildDate>Sun, 06 Dec 2009 02:22:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Inês Aroso</title>
		<link>http://espinhonacarne.wordpress.com/2008/04/08/jornalismo-verdade-e-politica/#comment-11</link>
		<dc:creator>Inês Aroso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 09:46:07 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei especialmente das questões que os dois alunos de 3º ano de CC, Manuel e Nuno, colocaram ao Miguel Portas no final da conferência. As respostas dadas pelo palestrante não terão estado, na minha opinião, ao nível das vossas questões. Saber o que perguntar é uma principais habilidades requeridas ao jornalista e vocês provaram que são capazes disso mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei especialmente das questões que os dois alunos de 3º ano de CC, Manuel e Nuno, colocaram ao Miguel Portas no final da conferência. As respostas dadas pelo palestrante não terão estado, na minha opinião, ao nível das vossas questões. Saber o que perguntar é uma principais habilidades requeridas ao jornalista e vocês provaram que são capazes disso mesmo.</p>
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		<title>Por: MASR</title>
		<link>http://espinhonacarne.wordpress.com/2008/04/08/jornalismo-verdade-e-politica/#comment-10</link>
		<dc:creator>MASR</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 03:24:49 +0000</pubDate>
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		<description>Cheguei depressa à conclusão que a maior parte do jornalismo é manipulado. Bastaram alguns meses a exercer esta que já foi uma nobre profissão. 
Quando me apaixonei pela profissão (depois estudei ao teu lado) via o jornalista como pessoa distinta, culta, criativa, alguém com capacidades inerentes a quem todas as pessoas reconheciam a “confiança” e acima de tudo via-o como um mediador de paz.
Isso já não existe. É utópico. Ainda assim, reconheço que alguns, poucos, ainda fazem a diferença.
Por isso, afirmo que a profissão “jornalista” não está em vias de extinção mas caminha a passos largos para o mergulho fatal no abismo.
O papel do jornalista moderno está no desafio de ajudar a ler o Mundo. Este é o desafio que deveria estar intrínseco nas redacções por efeito de aprendizagem. Só que elas não estão preparadas para isto. A velha guarda que ocupa os cadeirões não estudou, não tem ideias e não aceita a superioridade de alguém que não tem tanta experiência, mas que tem outra visão e dá outro caminho à leitura horizontal na forma como é descrita a profissão. Também ninguém me ensinou na universidade (coitados, não sabiam mais, no entanto, o canudo pesa sempre), mas cedo percebi qual o trilho certo para percorrer. Jornalismo não é escrever as orações gramaticais correctamente.
O empobrecimento do jornalismo deve-se, sobretudo, aos maus profissionais e tem como consequência a tal promiscuidade de que falas. 
Depois, o jornalismo vive exclusivamente da publicidade, logo obedece aos critérios e à visibilidade dos patrocinadores. Ninguém pode negar isto. Esta é a realidade. Senão, porque razões existem os gratuitos? 
Depois encontramos alguns no jornalismo que não sabem e não sabem que não sabem. Enfim, sofrem de amência. 
Palavras para quê? Comentários, críticas, apelos à razão, nada disso tem efeito algum. O jornalismo em Portugal é parcial, enviesado e boçal. Tem como único objectivo o título do dia. Critérios editoriais? Naaaaaahh. Estamos em Portugal? Simmmm.
Os políticos aprenderam depressa as regras do jogo. O miguel portas (em letra pequena) sabe bem isso. 
Abraço e êxito para os teus projectos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei depressa à conclusão que a maior parte do jornalismo é manipulado. Bastaram alguns meses a exercer esta que já foi uma nobre profissão.<br />
Quando me apaixonei pela profissão (depois estudei ao teu lado) via o jornalista como pessoa distinta, culta, criativa, alguém com capacidades inerentes a quem todas as pessoas reconheciam a “confiança” e acima de tudo via-o como um mediador de paz.<br />
Isso já não existe. É utópico. Ainda assim, reconheço que alguns, poucos, ainda fazem a diferença.<br />
Por isso, afirmo que a profissão “jornalista” não está em vias de extinção mas caminha a passos largos para o mergulho fatal no abismo.<br />
O papel do jornalista moderno está no desafio de ajudar a ler o Mundo. Este é o desafio que deveria estar intrínseco nas redacções por efeito de aprendizagem. Só que elas não estão preparadas para isto. A velha guarda que ocupa os cadeirões não estudou, não tem ideias e não aceita a superioridade de alguém que não tem tanta experiência, mas que tem outra visão e dá outro caminho à leitura horizontal na forma como é descrita a profissão. Também ninguém me ensinou na universidade (coitados, não sabiam mais, no entanto, o canudo pesa sempre), mas cedo percebi qual o trilho certo para percorrer. Jornalismo não é escrever as orações gramaticais correctamente.<br />
O empobrecimento do jornalismo deve-se, sobretudo, aos maus profissionais e tem como consequência a tal promiscuidade de que falas.<br />
Depois, o jornalismo vive exclusivamente da publicidade, logo obedece aos critérios e à visibilidade dos patrocinadores. Ninguém pode negar isto. Esta é a realidade. Senão, porque razões existem os gratuitos?<br />
Depois encontramos alguns no jornalismo que não sabem e não sabem que não sabem. Enfim, sofrem de amência.<br />
Palavras para quê? Comentários, críticas, apelos à razão, nada disso tem efeito algum. O jornalismo em Portugal é parcial, enviesado e boçal. Tem como único objectivo o título do dia. Critérios editoriais? Naaaaaahh. Estamos em Portugal? Simmmm.<br />
Os políticos aprenderam depressa as regras do jogo. O miguel portas (em letra pequena) sabe bem isso.<br />
Abraço e êxito para os teus projectos</p>
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