Convido-te para sentares!
O que lês nos meus olhos? O que procuras tu, com esse jeito envergonhado?
Mostra-me o teu mundo, a realidade ficcionada… Espera! Não fales! Não te percas com letras que formam palavras, que formam frases, que criam mentiras!
Não quero esse mundo, esse já mo foi mostrado!
Pega na minha mão e leva-me para dentro do baú onde guardas os pensamentos mais profundos! Como sentes? Faz-me sentir, o que tu sentes! Não! Com palavras não, já to pedi! Elas mentem…
Deixa-me navegar-te, conhecer o teu mar reencontrar-me na imensidão, descobrir o teu fundo, como é o teu imaginário?
Quero dizer, a tua realidade!










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